terça-feira, 31 de maio de 2011

Ovni colorido

Era uma vez um Ninja - Cap. III

Rei Hydriano na batalhaO Rei-Feiticeiro estava preocupado porque o seu irmão do lado das sombras tinha atacado uma aldeia de camponeses nas suas terras e por isso não podia deixar de lhe fazer guerra. No entanto, antes de tomar uma decisão precipitada, pediu ao Ninja uma missão secreta. Ele teria de se infiltrar nas terras do Rei Hydriano para saber os seus planos e se haviam algumas movimentações militares junto às suas fronteiras. 
O Ninja rapidamente partiu e quando se aproximava das fronteiras inimigas começou a ter cuidado para não ser visto e a utilizar todas as suas artes do disfarce e camuflagem. 
Finalmente conseguiu entrar no castelo do Rei Hydriano e perto da sala onde o soberano se encontrava com os seus conselheiros, ouviu a seguinte conversa:
- Não sei quem atacou a aldeia do meu irmão Grifus, mas ele vai pensar que fui eu e mais uma vez vai pensar que eu quero todo o território. - Disse o Rei
- Mas Senhor, como não fomos nós, poderíamos ir falar com o Rei Grifus e explicar que alguém anda a tentar fazer com que haja uma guerra entre nós.
E a conversa foi-se desenrolando com o Ninja atentamente a ouvir tudo. Quando acabou retirou-se e foi passar junto da aldeia que foi atacada e falou com um sobrevivente, que lhe disse que os soldados estavam vestidos como os do Rei Hydriano, mas vinham dos lados do Oeste. Isto fez desconfiar o Ninja que infiltrou-se, desta vez nas terras do Rei Pegasyus e conseguiu capturar um dos soldados deste Rei-Feiticeiro.
Quando o interrogou o soldado, este, cheio de medo do Ninja, confessou tudo e disse-lhe que o seu Rei quer uma Guerra entre os dois irmãos mais novos para ficar mais poderoso e depois facilmente derrotá-los e ficar com todo o território.
Quando soube disto, o Ninja informou o Rei Gryfus rapidamente que, por sua vez falou com o Hydriano e juntos fizeram um exército tão numeroso que nunca ninguém tinha visto antes e invadiram as terras do Pegasyus. Assim, obrigaram-no a render-se e dividiram o território entre os dois. 
A partir deste momento houve sempre paz naquelas terras fantásticas. Quanto ao Ninja voltou para a sua cabana onde treina todos os dias até à próxima vez que for chamado.

Era uma vez um Ninja - Cap. II

Um dia o Ninja estava a treinar como todos os dias ele fazia, quando uma chita veio ter com ele e na sua boca trrazia uma mensagem do Rei-Feiticeiro.
O Ninja compreendeu logo que os seus serviços iam ser necessários e como fazia parte do acordo para morar naquela floresta , ele não podia recusar.
Assim, fez as suas malas e entre os mantimentos e outras coisas necessárias ele levava as seguintes armas:
Espada de Água » leve como um pluma e cortante como a mais afiadas das facas.
Estrelas Ninja de Fogo » rápidas e nunca falham.
O Arco e Flecha do Vento » a flecha disparada por este arco divide-se em duas: uma real e outra imaginária para confundir o alvo.
A corda mágica » quando lançada procura os seus inimigos e prende-os.

Foi assim que ele caminhou largas horas até chegar ao castelo do Rei-Feiticeiro chamado Grifus. Este Rei era um dos três feiticeiros que reinavam na floresta encantada. Era o lado da luz, o lado bom. No Norte vivia o Hydriano Feiticeiro das sombras e a oeste vivia o mais velho dos três que nunca se sabia de que lado estava, o nome é Pegasyus.
O assunto era grave pelo semblante que o Rei apresentava quando o Ninja se apresentou.

Era uma vez um Ninja - Cap. I

Ninja MakeleEra uma vez  um ninja que  vivia numa floresta encantada. Viva sozinho numa cabana de madeira, que ele próprio tinha construído e onde treinava todos os dias a arte de um verdadeiro NINJA. Era um grande mestre das artes marciais.
Mas a floresta era rica em seres fabulosos e fantásticos. Era uma floresta encantada e nela viviam fadas e feiticeiras, anões e elfos, gigantes e trolls, orcs e outras criaturas  mágicas.
O Ninja tinha ido para aquela floresta há muitos anos atrás e nunca mais tinha envelhecido, porque o tempo para ele tinha parado. 
Ele era o único homem que permanecia naquela região, pois tinha feito uma boa acção para um dos Rei-Feiticeiros daquela terra e, assim, caído nas boas graças desse Senhor poderoso, que lhe concedeu a juventude eterna e um pedaço de terra para habitar.
Todos os dias os pássaros iam-lhe levar a comida que necessitava para o dia a dia. Porém, havia uma condição, se o Rei-Feiticeiro precisasse dele, ele teria de se apresentar ao seu serviço e fazer o que o seu Senhor lhe ordenar.
Por isso, ele treinava afincadamente todos os dias da sua vida.